Durante agenda de campanha realizada na capital de Mato Grosso, o candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) declarou que o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teme um confronto direto com sua chapa em um eventual segundo turno da disputa eleitoral.
Críticas à economia nacional
O médico e escritor argumenta que sua metodologia de debate consegue expor fragilidades econômicas e sociais da atual gestão federal que costumam ficar de fora da polarização política tradicional. De acordo com o postulante do Avante, a estratégia nos debates decisivos será questionar os indicadores financeiros do país e a situação financeira das famílias.
“O Lula tem medo que eu vá para o segundo turno, e vários analistas já abordaram sobre isso. Eu quero chegar diante de Lula e perguntar, por que você se denomina pai da pobreza e 82% das famílias estão endividadas?”, declarou o presidenciável.
Crítica aos programas de assistência
O candidato também elevou o tom das críticas direcionadas aos programas sociais conduzidos pelo governo federal. Na visão do candidato, as políticas públicas implementadas atualmente acabam gerando dependência em vez de estimular a independência financeira dos cidadãos brasileiros.
“Na verdade, ele não é pai dos pobres, é pai da pobreza, porque perpetua os pobres na pobreza”, disparou Cury.
Questões sociais e rombo fiscal
A pauta de segurança pública e o cenário das contas estatais também integraram os discursos do candidato durante sua passagem pelo estado mato-grossense, cobrando explicações diretas do Palácio do Planalto sobre problemas estruturais do país.
“Número dois: por que a cada 5 ou 6 horas ocorre um feminicídio? Número três: por que nós temos um déficit de, só para rolar a dívida federal, R$ 1 trilhão e R$ 140 bilhões? É o caos”, concluiu Augusto Cury, cobrando respostas diretas do governo federal durante a corrida eleitoral.









